domingo, 29 de janeiro de 2012


CASTELO DOS MOUROS 


         Castelo de Mouros e Mouras ...

Eterno e protegido pelas nuvens e pelo balancear agitado das árvores...
pois  que o vento não as deixa amainar!
É para que o mistério se eternize e o vento sussurre  mil e uma histórias de encantar...

12 comentários :

Existe um Olhar disse...

Gosto de castelos, de contos de mouros e soldados, faz parte do meu imaginário infantil e esta foto trouxe-me à memória boas recordações..está linda!

Beijinhos
Manu

João Menéres disse...

Mas a nuvem é a Pomba da Paz !

Vai haver paz ?
-Onde, RUTE ?

Um beijo.

tossan® disse...

Você é admirável! Eu já sabia disso, só vim confirmar. A postagem é digna de aplausos. Beijo

A.S. disse...

Um castelo! quantas vidas, quantos amores, quantas lutas, quantas esperanças se viveram dentro dos seus austeros muros?
Na verdade, ainda hoje existem muitos castelos... contudo, sem muralhas e talvez com lutas muito mais intensas!

Beijos, Rute!
AL

Remus disse...

E ainda existem Mouras e Mouros por lá?

Oh! Pergunta parva... porque é sabido e está cientificamente provado e demonstrado, que toda a gente que nasceu em terras situadas a baixo do Mondego é Mouro/a.
:-P ;-)

O lugar é lindo e o castelo parece estar muito bem cuidado.
Afinal de contas os mouros trabalham bem.

Rui Pires - Olhar d'Ouro disse...

Sintra... estive aí em julho, adoro!

Fábio Martins disse...

Rute, há-des ver o meu Castelo de Silves :) também é do tempo dos Mouros.

Bjs para ti

ZEKARLOS disse...

Excelente foto, muito bem enquadrada e com uma nuvem perfeita. Bj

Rute disse...

Manu

Então já somos duas a gostar 'dessas coisas'...:))

* Ainda bem que gostaste

1 beijinho:)

Rute disse...

João

Há sempre paz! Mal de nós se assim não fosse...dentro de nós, pelo menos, pelo menos...

Gostei da associação da nuvem à Pomba da Paz;))

1 beijinho

Rute disse...

tossan

...eu não sou isso tudo!...até corei...mas ainda assim, sabe bem ouvir...muito obrigada...:)

1 beijo:)

Mikhael disse...

Como qualquer uma das nossas casas, inspira-nos pelo menos uma sensação de segurança.
É portanto, considerado símbolo de protecção.





Já eu, aprecio-lhe o isolamento, inspirando-me, assim, a transcendência do longínquo.